abriram-se, na manhã lúcida, e viram muito.
Moeram trigo e algum pão foi bonito e gostoso.
Os olhos vão cansados, na espera da noite,
que há-de chegar com elegância,
cheirosa,
levezinha, pão no outono.
1.
Aurora
dedos de rosa vem ligeira pelos montes
e traz lençóis de linho limpo.
Luz esplêndida
a dos olhos da espera
Vinha pelos cedros e pelo orvalho na cidreira, erva-doce e hortelã-pimenta e lembrava-se de quem cheirava àquela resina e a boca era de hortelã fresca e de frutos deliciosos e de música dos cânticos mais bonitos
corça morena a arfar na montanha alta por ventos propícios
e adormecia ao relento até chegar a aurora do linho macio.
Um passinho mais
e morro no teu corpo
montanha suave
toquinha de raposa.
Sôbolos rios que vão